quinta-feira, 10 de novembro de 2011

My eyes seek reality
My fingers seek my veins
There's a dog at your back step
He must come in from the rain
I fall 'cause I let go
The net below has rot away
So my eyes seek reality
And my fingers seek my veins

The trash fire is warm
But nowhere safe from the storm
And I can't bear to see
What I've let me be
So wicked and worn

So as I write to you
Of what is done and to do
Maybe you'll understand
And won't cry for this man
'cause low man is due

Please forgive me

My eyes seek reality
My fingers feel for faith
Touch clean with a dirty hand
I touched the clean to the waste

The trash fire is warm
But nowhere safe from the storm
And I can't bear to see
What I've let me be
So wicked and worn

So as I write to you, yeah
Of what is done and to do, yeah
Maybe you'll understand
And won't cry for this man
'cause low man is due

Please forgive me
Please forgive me
Please forgive me

So low the sky is all I see
All I want from you is forgive me
So you bring this poor dog in from the rain
Though he just wants right back out again

And I cry to the alleyway
Confess all to the rain
But I lie, lie straight to the mirror
The one I've broken to match my face

The trash fire is warm
But nowhere safe from the storm
And I can't bear to see
What I've let me be
So wicked and worn

So as I write to you, yeah
Of what is done and to do, yeah
Maybe you'll understand
And won't cry for this man
'cause low man is due

Please forgive me
Please forgive me

So low the sky is all I see
All I want from you is forgive me
So you bring this poor dog in from the rain
Though he just wants right back out again

My eyes seek reality
My fingers seek my veins



Saudades

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Sem mais sem menos
quero pouco cuidado
sem paz e sem medo
quero um destino selado

domingo, 11 de setembro de 2011

Não te amo como se fosse rosa de sal, topázio
ou flecha de cravos que propagam o fogo:
te amo secretamente, entre a sombra e a alma.

Te amo como a planta que não floresce e leva
dentro de si, oculta, a luz daquelas flores,
e graças a teu amor vive escuro em meu corpo
o apertado aroma que ascender da terra.

Te amo sem saber como, nem quando, nem onde,
te amo diretamente sem problemas nem orgulho:
assim te amo porque não sei amar de outra maneira,

Se não assim deste modo em que não sou nem és
tão perto que a tua mão sobre meu peito é minha
tão perto que se fecham teus olhos com meu sonho.


Lívia ♥

quinta-feira, 30 de junho de 2011

A alegria palpita sendo marcada
nesta manhã fria e gelada
por um novo começo
que aqui vem cedo
agora vou viver
sem temer
à mim
fim

- Giba

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Quantos dias passei sem escrever? Meses, pra mais.
"Às vezes ando tão fudido", diz Ivo.
Maldição.
Porque este amor, que me consome, está a insistir? Não quero viver nesse maravilhoso sonho.
A realidade é dura demais; esse sentimento está mudando minha vida.
Estou tremendo. E cansado.
Sabe o que é ter a sensação de 7 bilhões de pessoas no mundo e você precisando só de uma?
Só dela.
E do seu beijo, do carinho e de suas palavras ao seu abraço.
Cada lágrima que cai, é a paixão crescendo.
Sempre aquela mesmo amor.

Aos prantos minha força é sugada.

Ai minha vida...

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Mentira da paixão

Não vou mentir, quero te deixar,
quero que você saia da minha vida.
Ao mesmo tempo que quero te beijar.
já que somente você cura esta ferida.

Não basta as palavras de vontade
nem os sentimentos contados.
Quero mais que amizade
e mais do que já tinha versado.

Quero que você suma,
quero que você desapareça.
Quero que em todo momento de bruma
e que você não saia da minha cabeça.

Você me endoidece,
você me deixa perdido.
Você me amadurece
você me deixa querido.

Você não nasceu pra mim
muito menos pra me deixar apaixonado.
Você é uma flor de jasmim
alguém que quero ao meu lado.

Queria dizer:
'quero que me deixe sem confusão'
Mas na verdade, por dentro, eu grito:
"Não, não e não".

Eu resisto,
mas não consigo.
Por isso eu insisto
Venha embora comigo."




Giba - Quarta-Feira - 23/06 às 00:23

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Cantiga para não morrer

Quando você se for embora,
moça branca como a neve,
me leve. Se acaso você não possa
me carregar pela mão,
menina branca de neve,
me leve no coração. Se no coração não possa
por acaso me levar,
moça de sonho e de neve,
me leve no seu lembrar. E se aí também não possa
por tanta coisa que leve
já viva em seu pensamento,
menina branca de neve,
me leve no esquecimento.


(Grande) Ferreira Gullar