domingo, 7 de julho de 2013
domingo, 23 de junho de 2013
Quem? Nós?
Achei bonito isso. Ainda mais porque está diretamente relacionado com o meu namoro de agora
"Relacionamento não é só prazer. Não é só festa, viagem, risada, diversão, brinde, sexo, beijo, cumplicidade. Relacionamento tem fase chata, de vez em quando tem briga, discussão, chatices, rotina, implicâncias, ciúme, bate boca. A gente tem que lidar, conviver e amar uma pessoa que veio de outra família, outro mundo, tem outra criação, outros costumes, outros pensamentos, outro jeito de viver. Você tem que aceitar aquela pessoa como ela é, e isso dá muito trabalho. O amor é lindo sim, e ele é a maior recompensa para quem não tem medo de enfrentar os próprios medos e os medos do outros. É querer estar com a pessoa, independente de qualquer coisa ou situação. Pelo simples fato de estar junto."
[Martha Medeiros]
"Relacionamento não é só prazer. Não é só festa, viagem, risada, diversão, brinde, sexo, beijo, cumplicidade. Relacionamento tem fase chata, de vez em quando tem briga, discussão, chatices, rotina, implicâncias, ciúme, bate boca. A gente tem que lidar, conviver e amar uma pessoa que veio de outra família, outro mundo, tem outra criação, outros costumes, outros pensamentos, outro jeito de viver. Você tem que aceitar aquela pessoa como ela é, e isso dá muito trabalho. O amor é lindo sim, e ele é a maior recompensa para quem não tem medo de enfrentar os próprios medos e os medos do outros. É querer estar com a pessoa, independente de qualquer coisa ou situação. Pelo simples fato de estar junto."
[Martha Medeiros]
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Velho-novo tempo.
Não poderia dizer que sentimentos aparecem apenas para significar o
"momento" ou a situação que engloba um único - determinado e
exclusivo - ser.
Recordo-me ao passado: inocente adolescência de amores bobos, meninos de um lado e meninas de outros. Ah quantas lembranças.
Quando criança sabia eu identificar esse tal do "amor"? Creio até que sim.
Porém, quase 18 anos após breve início do tal amor, sinto-me completo.
Toda a magia e a fantasia de estar unida a outra alma, não apenas materialmente falando (esse detalhe é importante, pois ressalto: estamos conectados dentro deste plano não-terrano) está cada vez mais explícita ao meu ideário.
Breve o começo que, pós-partida, houve uma pequena saudade. Cedo? Talvez. Eterno? Sim.
Posso não ser o melhor dos humanos, mas estúpida é minha forma diante da tua. Estupefato, até. Pois, em qual plano sentira eu tanto amor por outro ser que, além de me alienar do mundo quando me acompanha me fascina de beleza aos olhos meus pela sua imagem?
Agradeço.
Agradeço a esta retomada da minha bio, com direito a percepção do mundo que habito graças à simplicidade da relação entre dois seres que meu eu lírico distingue como a “unicidade do ser”. Não dedico este escrito apenas aos momentos do nosso “ser-único”, mas sim àqueles momentos em que podemos contar um com o outro, e saltamos do carinho e da paixão ao ombro amigo.
Grato fica meu ser.
Obrigado por estar comigo. Por me completar.
Recordo-me ao passado: inocente adolescência de amores bobos, meninos de um lado e meninas de outros. Ah quantas lembranças.
Quando criança sabia eu identificar esse tal do "amor"? Creio até que sim.
Porém, quase 18 anos após breve início do tal amor, sinto-me completo.
Toda a magia e a fantasia de estar unida a outra alma, não apenas materialmente falando (esse detalhe é importante, pois ressalto: estamos conectados dentro deste plano não-terrano) está cada vez mais explícita ao meu ideário.
Breve o começo que, pós-partida, houve uma pequena saudade. Cedo? Talvez. Eterno? Sim.
Posso não ser o melhor dos humanos, mas estúpida é minha forma diante da tua. Estupefato, até. Pois, em qual plano sentira eu tanto amor por outro ser que, além de me alienar do mundo quando me acompanha me fascina de beleza aos olhos meus pela sua imagem?
Agradeço.
Agradeço a esta retomada da minha bio, com direito a percepção do mundo que habito graças à simplicidade da relação entre dois seres que meu eu lírico distingue como a “unicidade do ser”. Não dedico este escrito apenas aos momentos do nosso “ser-único”, mas sim àqueles momentos em que podemos contar um com o outro, e saltamos do carinho e da paixão ao ombro amigo.
Grato fica meu ser.
Obrigado por estar comigo. Por me completar.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
10 coisas..
1 - Odeio quando me ignora;
2 - Odeio quando me corta quando estou falando algo que acho legal;
3 - Odeio quando não me deixa pegar na sua mão;
4 - Odeio quando não me deixa te beijar em público
5 - Odeio quando não percebe meus sinais de carinho;
6 - Odeio quando não consigo te abraçar direito
7 - Odeio o fato da gente não poder se falar, da hora do acordar até a hora do dormir;
8 - Odeio ter que admitir pra você que não consigo parar de pensar em você nesse seu/nosso "tempo"
9 - Odeio acordar e saber o quanto meu amor por você está lá em cima e não poder expressá-lo pra você
10 - Odeio quando me faz sentir que finjo que não gosto de você, enquanto que só quero você do meu lado, e que sou completamente apaixonado por você.
2 - Odeio quando me corta quando estou falando algo que acho legal;
3 - Odeio quando não me deixa pegar na sua mão;
4 - Odeio quando não me deixa te beijar em público
5 - Odeio quando não percebe meus sinais de carinho;
6 - Odeio quando não consigo te abraçar direito
7 - Odeio o fato da gente não poder se falar, da hora do acordar até a hora do dormir;
8 - Odeio ter que admitir pra você que não consigo parar de pensar em você nesse seu/nosso "tempo"
9 - Odeio acordar e saber o quanto meu amor por você está lá em cima e não poder expressá-lo pra você
10 - Odeio quando me faz sentir que finjo que não gosto de você, enquanto que só quero você do meu lado, e que sou completamente apaixonado por você.
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Óbito
Diga-me um bom cidadão da mocidade
Que os laços desta perdição não é crível
Apesar-me da morte ter-lhe ostentado uma sinceridade
Este amor és indivisível.
Sinto-me culpado no que me cerne
Por mais que todo o cheiro,
ou eu, todo sou verme,
no meigo deleite – azarado.
A morte nada mais é que viver
a sete palmos;
de nada temer
não sobra-me salmos.
“É tão bom morrer de amor
e continuar vivendo”, disse o poeta
Nasce uma flor,
e o tema é uma cançoneta.
Do pó para o pó.
Sabe que daí de cima
Você me vê só.
Tudo lhe intima.
Mas é na íntima dos vermes,
que sinto na minha leve derme,
esse poder da falência.
Dessa minha demência.
Do meu jeito em pensar em morrer,
em meu pobre tupi-guarini,
irei por alguém descer:
Que seja por ti.
Que os laços desta perdição não é crível
Apesar-me da morte ter-lhe ostentado uma sinceridade
Este amor és indivisível.
Sinto-me culpado no que me cerne
Por mais que todo o cheiro,
ou eu, todo sou verme,
no meigo deleite – azarado.
A morte nada mais é que viver
a sete palmos;
de nada temer
não sobra-me salmos.
“É tão bom morrer de amor
e continuar vivendo”, disse o poeta
Nasce uma flor,
e o tema é uma cançoneta.
Do pó para o pó.
Sabe que daí de cima
Você me vê só.
Tudo lhe intima.
Mas é na íntima dos vermes,
que sinto na minha leve derme,
esse poder da falência.
Dessa minha demência.
Do meu jeito em pensar em morrer,
em meu pobre tupi-guarini,
irei por alguém descer:
Que seja por ti.
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
"Now your pictures that you left behind
Are just memories of a different life
Some that made us laugh
Some that made us cry
One that made you have to say good bye
What I'd give to run my fingers through your hair
To touch your lips, to hold you near
When you say your prayers, try to understand
I've made mistakes, I'm just a man
When he holds you close
When he pulls you near
When he says the words
You've been needing to hear
I wish I was him, cause those words are mine
To say to you till the end of time and"
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