quinta-feira, 2 de julho de 2015
Como e porque sou idiota...
(...)
Quando me perco em labirintos escuros, você me mostra o caminho de volta. Nos dias em que as horas passam lentas, sem graça e sem luz, nos seus braços encontro alento. Quando você está longe, no espelho da saudade eu vejo refletida a certeza do reencontro...
(...)
Quando as maré dos problemas parecem tragar em suas ondas as minhas forças, em seus braços encontro reconforto. Se as amarguras pairam sobre meus dias, trazendo desgosto e dor, sua presença me traz tranquilidade. Sua companhia é doce melodia, é convite a viver...
(...)
e tudo isso é amor...
(...)
...enfim, o amor é esse sentimento que brota todos os dias, como a flor que explode de um botão, ao mais sutil beijo do Sol...
[mais um trecho aqui escrito que não posso reproduzir, infelizmente.]
~ Somos dois inteiro que se completam ~
- 12/06/2014
- A. C. C.
domingo, 1 de fevereiro de 2015
Impossível!
O Yin e o Yang nasceram de uma vertente na qual se equilibram. E o que seria o equilíbrio? Ou pior: como se equilibrar?
O bem chega e muito fácil, até é tão ridículo de fácil.
O bem chega do inesperado, assim como você chegou pra mim no oitavo mês, não me pareceu tão normal. Nunca foi. Esperava bem menos do que sempre nos foi dito (e até pelo que fora esperado.)
Surpreendemos-nos tão fácil e rapidamente. Enfim. Ósculo nosso dos prazeres internos [que nós exteriorizávamos] que eram indescritíveis.
Passamos bem. Por muito e por um bom tempo. Querido e amado tempo. Quem somos nós? Poderíamos ser em qualquer momento, o bem e o mal, e, porque não, o certo e o errado?
Não queria ouvir o errado enquanto você estava errada, nem você o certo quando eu estava certo. Recíproca? Poxa, baita crível recíproca.
Por que o certo era eu quando eu estava sendo errado enquanto você certa estava? Ainda mais quando, sem saber, éramos ensinados [e por você!]!! E quando diabos você estava errada quando, ao nos ensinar, era somente você que nos guiava?
Perguntas bestas de primeiro momento, porém, reflexivas foram estas quando vemos que não podíamos considerar um ao outro mais justo ao lado de um ou de outro.
Jeito meigo e suave ao seu ser sempre me foi terrível por nunca ter-me percebido o quão sensível estaríamos se, por fim, findássemos. E quando findamos quem somos nós mesmos para nos julgar?
O quê? Como assim?
Sim! É o que sempre disse você aos prantos pra mim chegava com uma dureza em seu âmago. Fôlego me tirava por não poder responder em tal época.
Diria agora mil maravilhas. E mais mil se quisesse. E mais mil se mesmo assim não quisesse.
Não te vejo somente como as flores ao jardim falecido, nem somente como raios em água aos banhistas.
Como queremos [e queríamos], a boniteza não se espalha nem se espanta com um simples pequeno fim.
Confesso. A dor é igual.
O amor, às vezes maior [e bem menor].
Se estivermos lá no topo da goiabeira e comemos manga no lugar das melancias, não foi por um acaso. Colhemos o fruto que plantamos. E colhemos tomate.
Lembra ainda do equilíbrio?
Se ainda te lembras, tudo nos faz sentido. Ainda.
Sei que sofrer sempre foi uma opção e por duas vezes que te fiz sofrer, pago em quíntuplo [e às vistas de outrem(s)].
Nunca foi por mal, por mais que não me adiante explicar.
Porém, entender, nunca foi um acaso do nosso caso à parte.
A balança sempre pendeu para um lado, bom ou ruim.
Por mais que ruins estamos na tormenta eterna, o fim sempre chega apontando para uma direção – igual uma roleta atirando freneticamente de uma semiautomática.
Mas nós somos fortes e nos conhecemos. Sabemos que o nosso bem e o mal estão intrínsecos a nós mesmo. Clichê, não?
Mas sabemos que o nosso equilíbrio não passa de um cafuné ou de um abraço apertado. Como a gente queria um ser de nós ao nosso lado, não?
Desculpe-me pelos pesos a mais na balança do mal ou pelos excessos do bem.
Mas se meu bem é ser pra sempre você o mal que eu nós fazemos em conjunto, só tenho pouco a lhe dizer: muito obrigado.
Giba 01/02/2015
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Ah, os atuais..
domingo, 7 de julho de 2013
Quem?
"Eu meu começa quando que para você que a minha com eles todos somente eu nessa porra pode ter no seu apenas é tão a ver com não ser, mas ao ser se ao encontrar para se descobrir que um apenas que todo o seu presente meu para eles pode fazer, mas que tudo pode, mas em que posso encontrar ao obter."
domingo, 23 de junho de 2013
Quem? Nós?
"Relacionamento não é só prazer. Não é só festa, viagem, risada, diversão, brinde, sexo, beijo, cumplicidade. Relacionamento tem fase chata, de vez em quando tem briga, discussão, chatices, rotina, implicâncias, ciúme, bate boca. A gente tem que lidar, conviver e amar uma pessoa que veio de outra família, outro mundo, tem outra criação, outros costumes, outros pensamentos, outro jeito de viver. Você tem que aceitar aquela pessoa como ela é, e isso dá muito trabalho. O amor é lindo sim, e ele é a maior recompensa para quem não tem medo de enfrentar os próprios medos e os medos do outros. É querer estar com a pessoa, independente de qualquer coisa ou situação. Pelo simples fato de estar junto."
[Martha Medeiros]
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Velho-novo tempo.
Recordo-me ao passado: inocente adolescência de amores bobos, meninos de um lado e meninas de outros. Ah quantas lembranças.
Quando criança sabia eu identificar esse tal do "amor"? Creio até que sim.
Porém, quase 18 anos após breve início do tal amor, sinto-me completo.
Toda a magia e a fantasia de estar unida a outra alma, não apenas materialmente falando (esse detalhe é importante, pois ressalto: estamos conectados dentro deste plano não-terrano) está cada vez mais explícita ao meu ideário.
Breve o começo que, pós-partida, houve uma pequena saudade. Cedo? Talvez. Eterno? Sim.
Posso não ser o melhor dos humanos, mas estúpida é minha forma diante da tua. Estupefato, até. Pois, em qual plano sentira eu tanto amor por outro ser que, além de me alienar do mundo quando me acompanha me fascina de beleza aos olhos meus pela sua imagem?
Agradeço.
Agradeço a esta retomada da minha bio, com direito a percepção do mundo que habito graças à simplicidade da relação entre dois seres que meu eu lírico distingue como a “unicidade do ser”. Não dedico este escrito apenas aos momentos do nosso “ser-único”, mas sim àqueles momentos em que podemos contar um com o outro, e saltamos do carinho e da paixão ao ombro amigo.
Grato fica meu ser.
Obrigado por estar comigo. Por me completar.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
10 coisas..
2 - Odeio quando me corta quando estou falando algo que acho legal;
3 - Odeio quando não me deixa pegar na sua mão;
4 - Odeio quando não me deixa te beijar em público
5 - Odeio quando não percebe meus sinais de carinho;
6 - Odeio quando não consigo te abraçar direito
7 - Odeio o fato da gente não poder se falar, da hora do acordar até a hora do dormir;
8 - Odeio ter que admitir pra você que não consigo parar de pensar em você nesse seu/nosso "tempo"
9 - Odeio acordar e saber o quanto meu amor por você está lá em cima e não poder expressá-lo pra você
10 - Odeio quando me faz sentir que finjo que não gosto de você, enquanto que só quero você do meu lado, e que sou completamente apaixonado por você.
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Óbito
Que os laços desta perdição não é crível
Apesar-me da morte ter-lhe ostentado uma sinceridade
Este amor és indivisível.
Sinto-me culpado no que me cerne
Por mais que todo o cheiro,
ou eu, todo sou verme,
no meigo deleite – azarado.
A morte nada mais é que viver
a sete palmos;
de nada temer
não sobra-me salmos.
“É tão bom morrer de amor
e continuar vivendo”, disse o poeta
Nasce uma flor,
e o tema é uma cançoneta.
Do pó para o pó.
Sabe que daí de cima
Você me vê só.
Tudo lhe intima.
Mas é na íntima dos vermes,
que sinto na minha leve derme,
esse poder da falência.
Dessa minha demência.
Do meu jeito em pensar em morrer,
em meu pobre tupi-guarini,
irei por alguém descer:
Que seja por ti.
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
"Now your pictures that you left behind
Are just memories of a different life
Some that made us laugh
Some that made us cry
One that made you have to say good bye
What I'd give to run my fingers through your hair
To touch your lips, to hold you near
When you say your prayers, try to understand
I've made mistakes, I'm just a man
When he holds you close
When he pulls you near
When he says the words
You've been needing to hear
I wish I was him, cause those words are mine
To say to you till the end of time and"
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
The Shower - by Hank Bukowski
(I like the water hotter than she)
and her face is always soft and peaceful
and she'll watch me first
spread the soap over my balls
lift the balls
squeeze them,
then wash the cock:
"hey, this thing is still hard!"
then get all the hair down there,-
the belly, the back, the neck, the legs,
I grin grin grin,
and then I wash her. . .
first the cunt, I
stand behind her, my cock in the cheeks of her ass
I gently soap up the cunt hairs,
wash there with a soothing motion,
I linger perhaps longer than necessary,
then I get the backs of the legs, the ass,
the back, the neck, I turn her, kiss her,
soap up the breasts, get them and the belly, the neck,
the fronts of the legs, the ankles, the feet,
and then the cunt, once more, for luck. . .
another kiss, and she gets out first,
toweling, sometimes singing while I stay in
turn the water on hotter
feeling the good times of love's miracle
I then get out. . .
it is usually mid-afternoon and quiet,
and getting dressed we talk about what else
there might be to do,
but being together solves most of it
for as long as those things stay solved
in the history of women and
man, it's different for each-
for me, it's splendid enough to remember
past the memories of pain and defeat and unhappiness:
when you take it away
do it slowly and easily
make it as if I were dying in my sleep instead of in
my life, amen.
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
sábado, 24 de dezembro de 2011
de Garcia Marquez
"Chegou a reconhecê-la no tumulto…
…através das lágrimas da dor que jamais se repetiria de morrer sem ela, e a olhou pela última vez para todo o sempre com os mais luminosos, mais tristes e mais agradecidos olhos que ela jamais vira no rosto dele em meio século de vida em comum, e ainda conseguiu dizer-lhe com o último alento:
- Só Deus sabe o quanto amei você."
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Não sei de onde veio
Do inverno, de um rio
Não sei como nem quando
Não, não eram vozes
Não eram palavras
Nem silêncio
Mas da rua fui convocado
Dos galhos da noite
Abruptamente entre outros
Entre fogos violentos
Voltando sozinho
Lá estava eu sem rosto
E fui tocado."
Pablo Neruda
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
My eyes seek reality
My fingers seek my veins
There's a dog at your back step
He must come in from the rain
I fall 'cause I let go
The net below has rot away
So my eyes seek reality
And my fingers seek my veins
The trash fire is warm
But nowhere safe from the storm
And I can't bear to see
What I've let me be
So wicked and worn
So as I write to you
Of what is done and to do
Maybe you'll understand
And won't cry for this man
'cause low man is due
Please forgive me
My eyes seek reality
My fingers feel for faith
Touch clean with a dirty hand
I touched the clean to the waste
The trash fire is warm
But nowhere safe from the storm
And I can't bear to see
What I've let me be
So wicked and worn
So as I write to you, yeah
Of what is done and to do, yeah
Maybe you'll understand
And won't cry for this man
'cause low man is due
Please forgive me
Please forgive me
Please forgive me
So low the sky is all I see
All I want from you is forgive me
So you bring this poor dog in from the rain
Though he just wants right back out again
And I cry to the alleyway
Confess all to the rain
But I lie, lie straight to the mirror
The one I've broken to match my face
The trash fire is warm
But nowhere safe from the storm
And I can't bear to see
What I've let me be
So wicked and worn
So as I write to you, yeah
Of what is done and to do, yeah
Maybe you'll understand
And won't cry for this man
'cause low man is due
Please forgive me
Please forgive me
So low the sky is all I see
All I want from you is forgive me
So you bring this poor dog in from the rain
Though he just wants right back out again
My fingers seek my veins
Saudades ♥
terça-feira, 4 de outubro de 2011
domingo, 11 de setembro de 2011
ou flecha de cravos que propagam o fogo:
te amo secretamente, entre a sombra e a alma.
Te amo como a planta que não floresce e leva
dentro de si, oculta, a luz daquelas flores,
e graças a teu amor vive escuro em meu corpo
o apertado aroma que ascender da terra.
Te amo sem saber como, nem quando, nem onde,
te amo diretamente sem problemas nem orgulho:
assim te amo porque não sei amar de outra maneira,
Se não assim deste modo em que não sou nem és
tão perto que a tua mão sobre meu peito é minha
tão perto que se fecham teus olhos com meu sonho.
Lívia ♥
quinta-feira, 30 de junho de 2011
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
"Às vezes ando tão fudido", diz Ivo.
Maldição.
Porque este amor, que me consome, está a insistir? Não quero viver nesse maravilhoso sonho.
A realidade é dura demais; esse sentimento está mudando minha vida.
Estou tremendo. E cansado.
Sabe o que é ter a sensação de 7 bilhões de pessoas no mundo e você precisando só de uma?
Só dela.
E do seu beijo, do carinho e de suas palavras ao seu abraço.
Cada lágrima que cai, é a paixão crescendo.
Sempre aquela mesmo amor.
Aos prantos minha força é sugada.
Ai minha vida...